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casos de golpes com cartoes de debito e credito aumentam no final do ano

Golpes com cartões de débito e crédito aumentam no final do ano

Não é difícil tomar conhecimento de que algum conhecido teve seu cartão de crédito ou débito clonado e compras não autorizadas feitas em seu nome. Apesar disso, as estatísticas policiais têm pouquíssimos registros. “Os bancos têm métodos próprios e preferem manter o assunto internamente para evitar publicidade negativa. Já o cliente quer ver seu problema solucionado. Se isso ocorre ele também não procura a Polícia”, explicou o delegado de Serra Negra Rodrigo Cantadori.

Ele informou que os casos tentem a aumentar no final do ano, quando a clientela se prepara para as compras de Natal.

Há vários golpes na praça. Num deles, o criminoso descobre dados do usuário de cartão, ligando para sua casa e fingindo ser um atendente do 0800 do banco do cliente. Basicamente, ele informa um desconto em valor alto na conta do cliente e diz a ele que, possivelmente, trata-se de uma clonagem. Se o cliente acreditar no criminoso, fornecendo-lhe dados da conta e do cartão, o golpe estará consumado. Nos caixas eletrônicos, também podem ser instalados os chupa-cabras. Ele é colocado na ranhura onde o cartão é inserido. Quando o cliente vai realizar qualquer operação, as trilhas magnéticas de seu cartão são gravadas pelo aparelho fraudulento. Em seguida, todos os dados são repassados para um outro sistema ou cartão.

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Finalmente, sites de compras não idôneos podem aplicar golpes de cartão de crédito, durante o procedimento de vendas. O ideal é sempre desconfiar e procurar por lojas virtuais reconhecidas.

Existem ainda sites muito parecidos com os dos bancos. Se o cliente estiver desatendo passa informações a quem não deveria. Rodrigo Cantadori lembrou que ao acessar um site de banco e informações é necessário verificar se o ambiente digital é seguro. Isso pode ser avaliado vendo se na linha de digitação do endereço existe um cadeado. Se tiver, clique sobre ele para obter as informações da empresa responsável pela segurança.

O delegado listou alguns cuidados que podem reduzir os riscos de golpes:
A senha é uma chave. Essa chave é intransferível e não pode ser passada para ninguém, portanto tudo que for feito através dessa chave fora de um ambiente controlado que seja do banco é responsabilidade efetiva do cliente, que pode gerar resistência ao pagamento de ressarcimento;

Sempre que for usar o cartão com a senha em local físico com posto de gasolina, loja, retirada no caixa eletrônico a principal medida a tomar é nunca aceitar ajuda de quem quer que seja, a menos que seja um horário de expediente e você conheça o funcionário e sabe que é da agência. Em se tratando de feriado, à noite nunca aceite. Se alguém chegar próximo, ainda que numa área de autoatendimento e se oferecer para te ajudar pode desconfiar e se afastar;

Sempre que for usar o caixa eletrônico, observe se o aparelho está íntegro. Faça isso pegando nas partes em que você insere o cartão, aonde coloca o envelope para depósito, aonde sai o dinheiro, segurar e puxar, checando efetivamente se não há um equipamento acoplado sobre aquele. É um comportamento que te ajuda a não ser vítima. Os bandidos acoplam o equipamento que vai entortar se você chacoalhar.

Essas ações não dão certeza de que se vai evitar a fraude. Você consegue evitar quando se presta toda atenção de que ninguém o está observando digitar sua senha e que aquele terminal está com as características de íntegro.

Em lojas nunca deixar quem quer que seja levar seu cartão para algum lugar. Toda a operação tem se ser feita na sua frente. Hoje as grandes lojas nem pegam seu cartão. Sempre que o cartão for devolvido observe se é realmente o seu.

Quando for fazer uma transação em uma máquina e que depois de digitar a senha informa que não foi possível completar, desconfie. Entre em contato com seu banco, comente o que aconteceu e demonstre estar inseguro com aquela máquina. Quando você comunica o banco, se aquilo for uma fraude efetiva, haverá o registro de que você se preocupou com a situação.

Na internet, toda vez que operar o cartão via internet, isso deve ser feito em ambiente seguro, criptografado. Na barra de endereço haverá um cadeado. Clicando abre-se uma caixa de diálogo informando que o ambiente é criptografado. Toda operação feita será de responsabilidade da empresa que consta na caixa de diálogo;

Os três dígitos constantes no verso do cartão jamais devem ser passados a alguém, a menos que seja um ambiente seguro de internet;

Nenhuma empresa de cartão de crédito ou banco pede, em hipótese alguma, dados como senha e letras de acesso. Se pedir é golpe.

Fonte: O Serrano – 28/10/2016

conciliacao

 

Suas vendas realizadas com cartão de crédito muitas vezes não são creditadas na conta. O que fazer?

É comum: golpistas utilizam cartões de outras pessoas para comprar! Com isso, você vende, entrega o produto ou serviço mas não recebe o valor – o dono do cartão cancelou a compra fraudulenta. Como são muitas vendas no cartão você não percebeu, ficou sem a mercadoria e sem o dinheiro. Você quer evitar momentos como esse?

Você pode gerir suas finanças para manter um equilíbrio orçamentário – a conciliação de cartão confere de forma automatizada todas as vendas com cartão desde a aprovação na maquineta até o recebimento dos valores na conta bancária. Este controle financeiro detecta e audita possíveis divergências, melhorando o controle contra fraudes e reduzindo perdas financeiras.

Veja também: Cinco formas de reconhecer uma fraude nas transações.

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