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Controle de caixa: 4 dicas para conferir e organizar seus caixas

Administrar uma empresa não é uma tarefa das mais fáceis. São diversos setores que precisam trabalhar de maneira integrada para que o negócio possa ter sucesso. Além disso, é necessário montar estratégias, formatar planejamentos e gerenciar finanças. Esse último tópico, inclusive, é vital para a manutenção empresarial. Parte dessa gestão financeira passa pelo controle de caixa, uma prática que muitos empresários deixam em segundo plano ou simplesmente negligenciam em seus negócios.

O controle de caixa é uma excelente ferramenta para registrar todas as transações financeiras feitas por uma empresa. Ao fazer de maneira correta esse controle, é possível mensurar e planejar as suas atividades financeiras, porém, se o trabalho não for feito corretamente, pode acabar comprometendo as suas finanças. Conhecer o que entra e o que sai do seu caixa permite saber se é possível ou não investir, quanto aplicar e até mesmo escapar da necessidade de pedir um empréstimo.

Neste artigo, separamos algumas dicas para conferir e fazer o controle de caixa. Leia os próximos parágrafos e organize-se!

Realize o controle diariamente

Alguns empresários preferem fazer esse controle a cada quinze dias ou até mesmo mensalmente. Porém, ao adotar esses intervalos longos, os gestores correm risco de que as datas de pagamento não batam com o volume de recursos que entraram no período. Um controle diário permite maior controle e planejamento do fluxo de dinheiro.

É importante separar algum tempo ao final do dia para fazer o seu controle de caixa. A equação é bastante simples: entrada de dinheiro ? saída de dinheiro + saldo inicial do caixa = saldo diário.

Faça projeções

Se você executar corretamente o seu controle de fluxo de caixa, será possível, ao final do mês, saber se teve lucro ou prejuízo. Os seus relatórios vão apontar a quantidade de recursos que entraram ao longo do mês, a quantidade de recursos que saíram, o dinheiro que tinha no caixa no início do período e quanto sobrou ao final do período.

Essas informações te ajudam a planejar melhor as finanças. É aconselhável fazer projeções para, no mínimo, três meses. Com isso, um empresário pode, por exemplo, adiar a modernização de seus computadores se teve um mês ruim ou antecipar uma reforma caso tenha tido dois meses com boas transações.

Registre todas as movimentações

Aqui o valor não importa. Saiu dinheiro? Registre. Entrou dinheiro? Registre. E não é só isso, pois é importante ter catalogado para onde esse dinheiro foi e de onde esse dinheiro veio. Então, que tal criar categorias para a entrada de recursos: dinheiro em espécie, cartão de crédito, cartão de débito, cheque e duplicatas. E também para a saída de recursos: pró-labore, pagamento de funcionários, pagamento de fornecedores, gastos internos (água, luz e telefone), gastos com outros serviços, despesas com materiais, manutenção de equipamentos, marketing e outros gastos que possa ter.

Faça avaliações realistas

Essas informações financeiras são importantes para que você possa avaliar, repensar e planejar o seu negócio. As despesas estão altas? É preciso cortar e, com as informações financeiras, você sabe onde. Não está tendo lucro? Então, é preciso rever valores cobrados, contratos com clientes e até mesmo suas despesas. Mas seja sempre realista em suas avaliações.

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