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taxas das adquirentes

3 passos para que você compare as taxas cobradas pelas adquirentes

Se você aceita cartão de crédito e débito em sua loja saiba que seu empreendimento pode evitar grandes perdas financeiras comparando as taxas cobradas pelas adquirentes de cartão.

O uso destas modalidades como formas de pagamento, só crescem no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), em 2017, o valor transacionado chegou a R$ 842,6 bilhões na modalidade crédito e R$ 508 bilhões no débito.

Por isso, gerenciar cartões de diversas adquirentes e consequentemente de diversas bandeiras é fundamental para a sua empresa manter a saúde financeira.

As adquirentes são aquelas que definem algumas das taxas cobradas em cada bandeira de cartão. Para ficar mais fácil de entender pense nas maquininhas, como a da Cielo, nela é possível passar cartões MasterCard ou Visa, por exemplo. Cada uma dessas terá uma taxa específica.

Lembrando também que essas taxas serão diferentes de outras adquirentes. Algumas das principais no Brasil são:

– Rede
– Cielo
– GetNet
– Elavon
– Stone
– FirstData

Existem muitas no mercado, por isso fica difícil saber quais são as ideais para a sua empresa.

Mas você pode aprender a comparar as taxas, que tal? Veja o passo a passo a seguir:

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#Passo 1 – Faça a conciliação de cartão automatizada

conciliação automatizada

O primeiro passo para comparar as taxas é ter um meio que mostre de forma organizada a porcentagem que está sendo cobrada pelas adquirentes.

É aí que entra a conciliação de cartão automatizada. Ela não é uma simples comparação entre números.

Um software eficiente de controle das vendas com cartão monitora as taxas cobradas por bandeira e relata, de forma simples, os dados. Assim, você consegue identificar o que não foi acordado com a operadora de cartão.

Se há dúvidas se esta é uma atividade dispensável, pense que, ao reparar as taxas cobradas acima do combinado, é possível evitar significativamente a perda de dinheiro. E perder dinheiro nunca é saudável.

A conciliação de cartão mostra todos os dias, o que é cobrado pelas adquirentes em cada bandeira de cartão. Na hora da venda a sua empresa pode escolher em qual maquininha de cartão o cliente irá passar o valor referente à compra.

Outro fato muito importante é a cobrança de taxas abusivas. Quando você acessa a plataforma de conciliação e detecta uma taxa abusiva ou não acordada em contrato, basta negociá-la com a adquirente.

A Conciliadora é um software online de conciliação de cartão que faz a conferência automática de todo o fluxo de vendas com cartão. Conheça um case de sucesso:

EMPRESA: Volminas – com a Conciliadora, a oficina teve redução das perdas financeiras. “A Conciliadora foi muito útil para a restituição de valores cobrados pela administradora de cartão. Através dos dados, pude provar que houve cobranças indevidas referente ao valor de R$ 9.500,00”, afirma o responsável financeiro da Volminas, Bruno Cotta.

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#Passo 2 – Entenda as taxas e acompanhe os relatórios mensalmente

taxas e relatórios

Como as taxas cobradas são muitas, há o risco de deixar a conciliação de lado. Não deixe isso acontecer.

Ao entendê-las, você consegue monitorar os relatórios mensalmente com facilidade e rapidez. Conte também com uma equipe de especialistas para ajudar a sua equipe.

Neste segundo passo, entenda melhor os dois tipos principais de taxas a seguir.

Taxas-base
São aquelas aplicadas pela bandeira de cartão e cobradas por igual a todas as adquirentes. Como não tem relação direta com a bandeira, dificilmente conseguem ser negociadas pelos empreendedores.

Taxas fixadas
Já as taxas fixadas são determinadas pelas adquirentes. Se trata de uma cobrança pela utilização dos serviços de pagamento.

Entre elas, as mais comuns são:
– Taxas de transação — é o tipo mais comum, seu percentual é estabelecido sobre cada venda; tem maior impacto sobre o caixa;
– Taxas fixas — valores invariáveis cobrados por determinados serviços, como aluguel de maquinetas;
– Taxas ocasionais — são aquelas que variam a cada mês, como o estorno de chargebacks e cancelamentos.

É importante lembrar que como as taxas fixadas são determinadas pelas adquirentes, elas podem ser negociadas antes da contratação.

Veja no próximo passo a importância desta negociação.

 

 

#Passo 3 – Negocie as taxas

negociar

Se você seguiu os primeiros passos e já está há algum tempo fazendo o acompanhamento das taxas é possível entrar em contato com as adquirentes para negociá-las.

Tente encontrar valores mais vantajosos nas cobranças sobre uma ou mais bandeiras a fim de reduzir os custos da sua empresa.

Mas a sua equipe está preparada para a negociação?

Lembrando que, antes de fechar o contrato com as adquirentes, todo empreendimento pode negociar as taxas. Leia todas as cláusulas com atenção para ver se está de acordo com o proposto.

Depois que os valores foram reajustados com o tempo é que a renegociação entra em ação. O ideal é estar com argumentos sólidos em mãos. Estes se referem aos dados apresentados por relatórios da sua gestão financeira em, no mínimo, três meses.

Além de apresentar os faturamentos anteriores, mostre a expectativa de aumento de vendas para os próximos 12 meses.

Compare, também, com os valores cobrados por outras adquirentes. Com esses dados, é possível barganhar os valores que você considera mais justos.

Qual opção de pagamento representa maior volume na sua empresa, crédito, débito ou parcelado?

O padrão mostra que as taxas do cartão de débito sempre são menores que a do crédito, enquanto a da venda parcelada é sempre a mais alta.

Foque seus esforços naquela que seja mais significativa nas suas vendas e consiga o menor valor possível.

Todas essas ações facilitam e aumentam o poder de negociação.

Veja abaixo algumas dicas de matérias:

Tem interesse em saber mais sobre conciliação de cartões? Quer saber como a Conciliadora pode te ajudar a comparar as taxas de adquirentes?

Acesse nosso site e fale com um dos nossos consultores.

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