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ataques de hackers ainda geram prejuizos para consumidores e empresas de e commerce saiba como se prevenir

Ataques de hackers ainda geram prejuízos para consumidores e empresas de e-commerce

Emails suspeitos e falsas lojas virtuais permanecem causando transtornos para consumidores e varejistas.

A cada dia que passa o e-commerce vai se consolidando entre os consumidores brasileiros, que vão aos poucos tendo maior confiança em efetuar compras dos mais diversos produtos em lojas virtuais. Por contar com preços competitivos, facilidade de pagamento, além da comodidade da entrega à domicílio, os clientes acabam optando pelo virtual ao invés da loja física. Porém o risco de ataque de hackers ainda gera desconfiança em parte dos brasileiros.

Segundo um recente estudo da Gartner Inc, houve no último ano um aumento de 54% das ocorrências ocasionadas por cibercriminosos, em comparação ao ano anterior. Porém o que se observa é que os sites estão sabendo proteger seus dados e servidores, investindo em novas tecnologias e métodos de controle de informação. Na verdade uma das principais causas de fraude no comércio eletrônico é causado pelo desconhecimento, ou mesmo despreocupação, do consumidor em garantir a segurança de seus dados bancários.

Emails suspeitos

Os brasileiros ainda abrem arquivos suspeitos enviados por e-mails que fingem ser de alguma instituição financeira, instalando, sem saber, vírus em seus computadores, que servem para enviar dados da conta corrente e cartões de crédito para os hackers. Além disso o fato de muitos internautas não contarem com antivírus instalado em suas máquinas amplifica o problema.

Há também o constante aparecimento de estelionatários que criam falsas lojas virtuais, oferecendo produtos por valores muito abaixo da média de mercado, principalmente celulares e artigos eletrônicos. Nestes casos o cliente compra um produto que nunca irá receber, e terá grandes transtornos para conseguir ressarcir o valor junto à operadora do cartão.

Cezar Loureiro, do site SegurançAjato.com , explica que os consumidores devem sempre estarem atentos às certificações de segurança do site, antes de cadastrar seus dados e efetuar uma compra.

“Nossa loja utiliza o serviço de servidores seguros, com antivírus sempre atualizados, para minimizar o risco de invasão de hackers. Nós também contamos com certificações digitais, como a da Certisign, que verifica as condições de nosso site, dando maior segurança aos nossos clientes”, explica Loureiro.

Para evitar correr riscos com criminosos virtuais, o cliente deve tomar alguns cuidados. Veja abaixo algumas delas:

– Um site seguro deve iniciar com “https://’, que indica que a comunicação é segura. Além disso seu navegador deverá apresentar um ícone de cadeado, indicando a segurança do site.
– Certificações digitais, como as oferecidas pelo Google e Certisign, mostram que o e-commerce segue todos os padrões de segurança. Também há empresas de auditoria, como o Site Blindado, que testam se os sites de e-commerce estão devidamente preparadas contra ataques de hackers. Porém confirme se o site foi de fato auditado, ou se apenas inseriu uma imagem falsa na página.
– Também verifique sites de avaliações, como o Reclame Aqui, para saber se a empresa é idônea e de fato entrega o prometido.

Fonte: Portal Terra / Dino – 27/03/2017

Para empresas

É esta grande quantidade de fraudes que indica a necessidade de adoção de algumas tecnologias. Além dos sistemas antifraudes e de segurança de informação, há grande interesse e devem ser usados, pelas empresas, tecnologias que realizam a conciliação de cartão. Esta é uma forma eficaz e fácil de monitorar frequentemente a ocorrência de fraudes e reduzir significativamente as perdas financeiras.

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