O fim do dinheiro e suas mudanças: Como e por que isso vai acontecer?

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O fim do dinheiro e suas mudanças: Como e por que isso vai acontecer?

O fim do dinheiro e suas mudanças: Como e por que isso vai acontecer?

Com certeza você já parou para pensar sobre o fim do papel-moeda. Isso porque as tecnologias já provaram que são capazes de oferecer propostas cada vez mais práticas e modernas, como o cartão de crédito.

Nos dias atuais, realizar um pagamento nunca foi tão fácil.


No terceiro trimestre de 2018, as compras com cartões de crédito, de débito ou pré-pagos cresceram 14,7%, em comparação ao terceiro trimestre de 2017. Estes são dados da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

É o maior avanço desde 2014. Isso já justifica o porquê do fim do dinheiro pode estar próximo.

E tem muitas pessoas interessadas neste fim, viu? Como os sites e aplicativos de celular.

A forma de consumo mudou nos últimos tempos com o avanço da digitalização e formas de pagamento on-line. As novas gerações já estão acostumadas a levar o mínimo de dinheiro na carteira.


E isso é interessantíssimo para quem investe em um empreendimento digital.

Além disso, fazer dinheiro custa dinheiro. Para produzir mil cédulas de R$ 100, há um gasto de R$ 322,26. Como não ficar interessado com as alternativas digitais?

Tem gente que até alega a violência para defender o fim do dinheiro em espécie. Mas é verdade, há assaltos, explosões a caixas eletrônicos, saidinha de banco, entre outros.

Mas o fim do dinheiro não será tão rápido assim. Muitas questões entram na roda.

O Brasil tem, hoje, 60 milhões de pessoas com restrição de crédito. Essas pessoas não têm acesso a abertura de conta nem crédito. Como elas fariam?

Não deixe de ler o nosso último artigo sobre como as novas tendências de pagamentos podem impactar seu negócio?

Então, como será o fim do dinheiro?

A Suécia, China, Noruega e até o Brasil já estudam acabar com a circulação de dinheiro em espécie.

Na Suécia, alguns bancos já pararam de usar dinheiro em espécie e o Banco Central informou que a circulação de papel-moeda neste país regrediu a patamares de 1990.

Prever o futuro é difícil, mas essas movimentações acima já indicam o que pode acontecer.

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Blockchain e bitcoin: alternativa de substituição à moeda tradicional?

O fim do dinheiro e suas mudanças: Como e por que isso vai acontecer

As criptomoedas vieram com tudo. Só que elas envolvem inúmeros segmentos: política, regulação, econômica, comportamento, tecnologia e segurança.

Por isso, apesar do alvoroço causado em torno das moedas digitais, muitas pessoas têm dificuldade de entender como esta tecnologia funciona.

Entenda a diferença de significados:

O que é Blockchain?

Imagine um banco de dados. Isso ajuda a entender um pouco sobre o Blockchain, já que ele se trata de um local onde ficam armazenadas todas as informações sobre as transações de Bitcoins.

O que mais chama a atenção é que este grande arquivo de armazenamento é acessível a todos os usuários.

Veja que inusitado: você acessa essa base de dados pelo seu computador e consegue ver uma negociação que ocorreu entre duas pessoas: uma na Europa e outra na América, por exemplo.

Os dados são criptografados, então é impossível saber sobre quem são as pessoas envolvidas, você só vê a negociação mesmo.

O que é bitcoin?

Já a bitcoin é uma forma de dinheiro eletrônico. Se trata da primeira e mais famosa criptomoeda descentralizada do mundo!

Ela permite a realização de pagamentos através de transações on-line.

A estimativa do volume global de transações realizadas em Bitcoin desde o início do ano atingiu valor equivale a US$ 830 bilhões. Esses são dados de uma análise feita pelo site Trustnodes, com ajustes de dados fornecidos pela Coinmetrics,

Porém, nem tudo são flores. No ano passado (2018), ela completou 10 anos sem deixar de dividir opiniões entre especialistas e mostrando queda.

Oportunidade imperdível ou furada?

Para responder a essa pergunta entenda que a valorização da moeda funciona de acordo com a demanda de empresas.

Elas aderindo ou não a essa forma de pagamento que vai determinar o valor deste oportunidade. Se trata da lei da oferta e demanda, sendo bastante volátil ainda.

Há outra questão, por não ser regulada, muitos acreditam que neste tipo de investimentos existe um alto risco de perda ou fraude.

O fato é que a bitcoin entrou em queda. Essa baixa se deu devido à pressão regulatória e pela fuga de especuladores.

Apesar deste fato, há quem acredite que essa tecnologia ainda tem muito futuro.

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Afinal, qual o futuro do dinheiro?

O fim do dinheiro e suas mudanças: Como e por que isso vai acontecer

Você sabia que na África é comum comprar a passagem de ônibus ou transferir dinheiro por meio de uma mensagem de celular?

Neste artigo tratamos muito sobre as criptomoedas.


Elas são sim o assunto do momento que poderá delinear o futuro do dinheiro. Elas podem ser uma forma assertiva de descentralizar o acesso ao dinheiro já que as pessoas querem investir, fazer transações, transferências, tudo pela internet.

Só que é um setor que vem evoluindo tão rapidamente que fica cada vez mais difícil fazer uma previsão exata.

E é com o exemplo da África que podemos concluir sobre o real futuro do dinheiro.

O que tudo indica é o fim das formas menos práticas como o papel-moeda e abertura das portas para a tecnologia digital, assim como pagar algo com uma mensagem de celular.

Vamos aos dados…

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) avalia que não há estimativa de quando o dinheiro físico vai deixar de ser usado, mas entende que os canais digitais ganham cada vez mais espaço como alternativa a operações com papel-moeda.

De acordo com a última edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, o número de transações com movimentação financeira via ferramentas digitais subiu de 4,4 bilhões, em 2016, para 5,3 bilhões em 2017. (Fonte: Correio Braziliense)

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