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Pagamento eletrônico cresce enquanto cai uso de cheque

Pagamento eletrônico cresce enquanto cai uso de cheque

Pesquisa do BC revela que pagamento com cartões ou dispositivos móveis, como celular, apresentam tendência de crescimento no País. O uso de meios de pagamento eletrônicos tem crescido expressivamente no Brasil. Segundo pesquisa do Banco Central (BC), em 2015 foram gastos R$ 678 bilhões em transações com cartão de crédito e R$ 390 bilhões com cartão de débito, o que representou um aumento de 9% e de 12%, respectivamente.

A pesquisa mostra ainda que foram realizadas 5,7 bilhões de transações com cartões de crédito no ano passado, o que representa um aumento de 3% frente a 2014. As operações com cartão de débito somaram 6,5 bilhões (incremento de 15%). Enquanto os meios eletrônicos avançam, o uso de cheque entrou em queda. No ano passado, essa forma de pagamento caiu 12% e o valor transacionado em cheques teve redução de 9%. Segundo o Banco Central, na opção débito a pessoa que recebe o pagamento tem certeza de que receberá o valor pago. Com o cheque ela não tem essa certeza.

 
Uso de cheque
?O cheque, principalmente em pequenos valores, tem sido substituído pelo pagamento eletrônico. O pagamento com cartão de débito é o que está substituindo o cheque?, explicou Flávio Túlio Vilela, chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do BC. ?É o que explica a tendência de crescimento do uso do cartão de débito e da redução do uso da moeda física. É um sinal de que estamos caminhando para a utilização de mais meios eletrônicos de pagamento?, avaliou o técnico do BC.

 
Dispositivos móveis
Entre os meios eletrônicos, os dispositivos móveis têm ganhado destaque. Dados do BC mostram que 60% das transações foram realizadas nos canais não presenciais, como internet, telefones móveis e centrais de atendimento.
A quantidade de transações com esses aparelhos mais do que dobrou frente a 2014 e alcançou 20% da quantidade total de transações de clientes. O atendimento tradicional em agências, postos de atendimento e correspondentes, em contraponto, registrou queda e hoje responde por 22% das transações realizadas.

 
Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central

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